domingo, 21 de agosto de 2011

Pragmatismo do desamor

Ao vento as folhas circulam no ar, prenunciando o inverno tenso do nosso desamor,
Na corrente da água da chuva que se esvai no bueiro da rua, jaz lágrimas misturadas,
Esta estrada vázia que agora esta a minha frente, posso vêr que as fórmulas e medidas cartesianas não enquadraram meus sentimentos,
Amo sim, não sei se certo ou errado, apenas sinto e quero deixar correr nas minhas veias, solto, acelerado , redemoinho de emoções,
Quanto sublime é compreender que amar é perder as redeas da razão , procurar a luz onde há escuridão, o som onde há o silêncio, as estrelas onde há apenas teus olhos,
Escutar o silêncio da minha fala para perceber o que eu queria

dizer, era simples demais....

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